As guerras culturais emergem quando o consenso social desaparece. Embora sejam realidades latentes, a verdade é que quando há um denominador comum, elas ficam em acalmia, adormecidas, à espera de uma oportunidade para espreitar. Regra-geral, precisam de um elemento económico que traga insatisfação generalizada ou um acontecimento marcante que abale consciências sociais e morais, sejam os direitos LGBT, o aborto, a imigração, os refugiados ou a ideia de Estado-Nação.
